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Florescer 

Não sei como começar. Acho que “finalmente estou bem” é um ótimo começo. Na verdade, era para ser o fim. Mas, nunca segui as convenções, não é mesmo?  Acho que era isso que me tornava especial. Ao menos por um bom tempo. É que as vezes, a gente demora para se reerguer, ou para acreditar que isso é possível. Bom, sobrevivi com os mesmos planos, aliás, boa parte deles. Sempre houve muito de mim neles. Essa coisa de ser intensa faz parte de mim. Sempre fez. Talvez a culpa em parte tenha sido minha e quem diria, eu sobrevivi para aceitar isso. A gente amadurece e eu cresci muito nos últimos anos. Cresci tanto que não me vejo mais  com os mesmos erros, não seria tão medrosa, tão intensa, tão insegura. Quem sou hoje olharia  bem nos meus olhos do eu do passado e diria: ” Garota, não é desperdício de tempo, estou orgulhosa. Você conseguiu” e a abraçaria forte, era disso que eu precisava. Mas, tudo saiu de controle, havia rancor demais e ele sufoca, magoando principalmente quem o guarda. Era para ele ter ido com tudo que foi jogado fora. Às vezes, a limpeza tem que ser feita por dentro. É, eu aprendi a lição. Era uma preparação. Naquele momento eu não apostaria nisso, mas hoje é meu diagnóstico. Se a dor ensina, você precisa experimentar o perdão, principalmente a si mesmo. Aprendi mais sobre mim neste período do que em qualquer outra fase da minha vida. Descobri que corações partidos podem se reconstruir se lhea for dada a atenção correta, que é possível amar sem esperar nada em troca e que existem pessoas que realmente tem o dom de fazer outras sorrir. Aquele silêncio deu lugar a sorrisos não esperados e aquele abraço por muito tempo guardado encontrou um lugar para chamar de seu. A ansiedade deu lugar a paciência e a mágoa floresceu, virou nuvem.Obrigada.

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“Sabe quando você sabe?”

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Ela estava preparada, dessa vez era tudo ou nada. Aliás, com ela era sempre tudo, não conseguia gostar ou amar pela metade. Ela sabia o que significava a palavra “doar” mesmo que no fim ela fosse sair machucada, mesmo que no fim tudo  o que restasse fosse apenas mais uma cicatriz, ainda não era capaz de não dar o seu  melhor.

Mas a verdade, era que ela estava magoada. Depois de tanto se decepcionar achava que não seria capaz de fazer isso mais uma vez, não do jeito certo. Trazia consigo uma prece silenciosa em seu coração: de que aquela seria a última vez. Mas no fundo ela sabia que era. Foi apenas precaução porque nada poderia estragar aquele momento em que lhe estenderam a mão em troca de um sorriso.

Ele a ouve como um amigo e aconselha como um pai, ele é tudo o que ela precisa e bastou um olhar para saber que aquela era a sua hora. Que ela não precisava estar em perigo para  que ele a encontrasse, na verdade, ela nem o perceberia se ele não soubesse onde buscar seu coração.

Ela já tinha ouvido que aquilo não era mais amor, mas “costume”. Uma hora ou outra o “costume” deveria surgir porque ela planejava passar todos os dias ao lado dele, porque no fundo, ela sabia. Era aquele “costume” que lhe dava a segurança de que finalmente ela poderia dormir tranquila e feliz.

E com ele, não era diferente. Há muito ele tinha aprendido que também precisava se doar por completo se quisesse receber o mesmo. E só havia lugar para ela no seu mundo. Ele sabia que poderia se arriscar na escuridão porque ela lhe emprestaria a luz dos seus olhos.

E não havia fogos de artifício nem nada. Era tudo simples, era tudo quieto, era tudo como eles precisavam que fosse.

 

 

 

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Amor e Música

Oioioioioi pessoal!!!

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Final de ano chegou e com ele muitos casamentos também *–* E quando consigo juntar duas coisas que amo:  um lindo romance e uma boa lista de músicas (tudo bem, acrescentem docinhos na lista também), o mundo pode acabar que vou feliz hahaha Brincadeiras à parte, algumas vezes fico responsável por cuidar da música ❤ A verdade é que já tenho uma lista pronta, mas de acordo com o gosto dos noivos dou aquela variada básica, afinal, além da decoração, do bolo, a playlist também tem que sair com a “cara” deles. Separei 25 músicas nas versões que amo para vocês se inspirarem (é só clicar no nome):

  1. All of me – John Legend e Lindsey Stirling.
  2. Free Fallin’– John Mayer.
  3. Sugar– Maroon 5  cover by Tyler Ward.
  4. What Heaven Sees In You– Doug  and Sherry Walker.
  5. You and Me– Lifehouse.
  6. Ela e Ele – Sandy Leah.
  7. Daughters– John Mayer.
  8. Counting Stars– One Republic ( Alex Goot, Kurt Schneider, Chrissy Constanza Cover).
  9. For the Love of a Woman– Jericho Road.
  10. Escolhi te Esperar– Marcela Taís.
  11. Thinking Out Loud– Ed Sheeran.
  12. Never Gonna Be Alone– Nickelback.
  13. As Torres do Templo– Jenny Phillips.
  14. A Thousand Years– Christina Perri.
  15. And I Love You So– Elvis Presley.
  16. À Moda Antiga– Lu Alone.
  17. Be Strong With Me– Jenny Phillips.
  18. Tenerife Sea– Ed Sheeran.
  19. Dona da Voz– Banda Malta.
  20. Feliz para Sempre– Jenny Phillips.
  21. Can I Have this Dance– High School Musical 3.
  22. I Will– Paul McCartney.
  23. Espera por Mim– Marcela Tais.
  24. Heart Like Yours– Willamate Stone.
  25. Versos Simples– Chimarruts by Carina Mennitt.

E vocês? Quais músicas indicam?

 

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Faça o favor!

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Quando eu era adolescente, havia uma pessoa que sempre me importunava. Eu havia mudado de escola e parecia que meu perfume só podia ser ele atraía gente assim aonde quer que eu estivesse. Achava que aquela seria minha sina, sair e me esconder para chorar com o que me falavam, cada palavra ressoava em mim e me feria mais ainda. Era sempre outras pessoas que me defendiam, até que um dia, com a ajuda de uma grande amiga consegui mudar essa situação e a sensação que tive foi a de que eu havia ganho asas e finalmente estava livre.

Eu deveria fazer o favor de parar de sentir pena de mim e falar! Ou eu viveria para sempre submissa aos outros que fariam e aconteciam em cima de mim. Foi uma das grandes escolhas da minha vida. No dia em que me defendi pela primeira vez, as pessoas olharam para mim assustadas como se eu não tivesse esse direito. A verdade é que ninguém gosta e nem está aqui para ser pisado. Ninguém merecer servir de show para ninguém.

Isso não quer dizer que você vai machucar alguém com isso, isso quer dizer que você é forte o suficiente para não permitir que te pisem. Por trás disso está envolvido uma boa dose de amor próprio e uma pitada de auto estima.

Quando você se submete a algo, está desacreditando no seu valor e negando a si mesmo. Quando você passa a acreditar nas mentiras que falam sobre você, você faz apenas o essencial, não se arrisca, corta suas próprias asas. Quando você permite que alguém te destrate está assinando um termo para que isso aconteça várias vezes. Quando tudo isso acontece, você desiste de si mesmo.

Tomar essa decisão de fazer o favor a mim mesma me abriu caminhos, eu passei a ser ouvida, já não era desconsiderada pela maioria das pessoas, fui perdendo boa parte da minha timidez (que não era timidez, mas medo). Fiz o favor a mim mesma de me permitir crescer. E parece que deu certo.

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10 pequenas coisas…

Oiii meus amores e amoras 🙂

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Genteeeeee, não sou nenhuma especialista em relacionamento. Mas acredito que algumas coisas precisam ser aprendidas pelo coração. Já pararam para pensar o que faz diferente aquela relação as mil maravilhas da televisão ou até aquele casal que você admira tanto? Que aquilo pode não ser pura e simplesmente sorte? Pois é. Vamos conversar sobre isso então. ( E quem souber de mais uma dica pode sentir-se à vontade para comentar). Longe de mim dizer que essa é a fórmula da felicidade a dois que não é, mas nós podemos fazer pequenas coisas que podem tornar esse momento mais leve, divertido e por que não lançar as bases de um relacionamento eterno? Isso mesmo, porque é nisso que acredito, no para sempre que muitas vezes, é confundido com algo utópico  e ilusório (sim, usei de redundância para deixar bem claro o quanto muitas pessoas não acreditam nisso). Acredito que o amor precise ser cultivado diariamente.

1- Ter em mente que tipo de pessoa você será numa relação. 

Assim que começamos a namorar, o boy disse que tinha um lista  que podemos chamar de “que tipo de namorado/noivo/esposo eu serei”. Ele me mostrou todos os itens e perguntou se eu concordava e se queria inserir algo a mais que eu achasse importante. Ele havia feito essas escolhas bem antes de nos conhecermos. Eu também fiz a minha , nela está incluso pequenos gestos que devem virar rotina na medida em que continuam a ser verdadeiros como “dizer eu te amo a cada despedida” ou “primeiro escutar, depois falar” ou “lembrar de todas as qualidades antes de reclamar de um defeito” até a forma como devo tratá-lo. Este é o nosso pequeno pacto que tem dado certo.

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2- Fazer  um “inventário de dupla”

Eu prefiro chamar D.R (discussão de relação) e isso evita as brigas. Decidimos que cada um, quando isso ocorrer, falará como está a relação, algo que o outro fez que não concorda muito. Algo que precisa ser melhorado.  Mas não quer dizer que esse inventário só acontece depois de algo ruim, ele também serve para que façam uma autoavaliação que como anda o relacionamento. Isso também inclui não “lavar a roupa suja” na frente dos outros, além de ser feio, demonstra falta de respeito com o outro e ninguém tem mais nada a ver com isso que vocês dois. Escolhemos não discutir quando as coisas acontecem, mas depois que a raiva passa, isso nos dará tempo para refletir sobre aquilo e “esfriar a cabeça”. Enquanto isso, é possível que um prefira ficar sozinho então dê um tempo.

3- Dar espaço

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Além de dar um tempo quando necessário, dê espaço. Quem disse que você não pode sair com seus amigos ou amigas? Com o tempo, apresentei todos os meus amigos (sim eu tenho amigos homens e não há problemas em relação a isso) e amigas com quem frequentemente costumo sair, não porque isso era um item obrigatório, mas porque isso mostra que assim como ele é importante para mim, meus amigos também são e tem seu espaço na minha vida. Assim como conheço seus amigos, assim como ele sai com seus amigos. Às vezes, ele sai junto, às vezes, não. E não fica aquele clima estranho. Por isso é importante deixar as coisas bem claras logo de início no relacionamento.

4- Fazer coisas que o outro gosta

Essa parte dará boas risadas e momentos divertidos. Isso mostra que o outro não precisa se anular. Por exemplo, eu não gostava de desfiles cívicos, nem em falar sobre lutas, nem filmes de ação. Já ele, não cantava, dançava ou ia a exposições. Hoje, vivemos um meio termo e já colecionamos memórias incríveis. Outro dia, deixei claro que iríamos ao desfile de 7 de setembro porque é algo importante para ele e que ele não precisava abdicar disso só porque eu queria ir ao zoológico. Resultado: fizemos as duas coisas e não foi cansativo porque passamos bons momentos na companhia um do outro.

5- Pequenas demonstrações de afeto sem precisar de motivo

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É tão bom se sentir querido/a, não é? Costumo escrever bilhetes e cartinhas e escondê-los, para encontrar ele precisa buscar pistas também escondidas, isso quer dizer que costumo dar um pouco de trabalho. Já ele, me escreve cartas. Às vezes, o dia não vai tão bem e receber uma mensagem no Whatsapp, Facebook, SMS ou um bilhetinho no meio das faz toda a diferença.

6- Fazer  (e aprender) alguma coisa juntos

Pode ser um curso, uma oficina, academia… Nós servimos juntos na Igreja. Além disso, nos envolvemos em projetos que nos façam estar lado a lado e aprender um com o outro. Às vezes, é desafiador, mas duas cabeças juntas pensam melhor que uma.

7- Orar e estudar  as escrituras juntos

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Essa parte é essencial, se vocês tem uma formação cristã, independente de qual seja, isso ajudará a fortalecer sua fé e tornar seus princípios parte do relacionamento. Ao observar a fé um do outro e aprender com seu/sua parceiro/a, ambos sairão edificados e compreenderão a fundo a escritura que diz “ambos serão uma carne”.

8- Estabelecer metas 

Eu tinha um plano de vida até os 30 anos (eu sei podem rir às vezes sou muito metódica hahaha). Isso incluía todas as áreas da minha vida e para que tudo fosse atingido eu deveria segui-lo à risca. Já ele tinha seus planos. À medida em que nossa relação evoluía, meu “plano de vida” mudou. Abrimos mãos de algumas coisas, isso não quer dizer que foram excluídas, mas foram adaptadas para que não chegássemos ao fatídico dia em que teríamos que escolher entre carreira e relacionamento. Nisto, podemos dizer que somos os maiores incentivadores um do outro.

9-  Manter a amizade e conversar

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Isso faz parte da lei básica. Embora existam os/as bests, seu/ sua companheiro/a  deve ser o “best dos bests”. Então, conserve seu relacionamento como mantêm uma amizade. Riam, brinquem, conversem, sejam sinceros um com o outro, sem segredos que possam interferir na relação. Por várias vezes, me sinto  de volta a escola quando me vejo correndo atrás do boy porque ele estava ‘implicando’ comigo. Ou ele que tem que conviver comigo sabendo que tudo o que ele me disse será usado em alguma situação engraçada contra ele.

10- Ceder

Pode ser uma das coisas mais difíceis desse mundo. Mas, uma hora ou outra, isso acontecerá. Por exemplo, em um baile, ele queria ir fantasiado de Darth Vaider, mas acabou indo de Chapeleiro Maluco e fizemos toda a sua fantasia. Embora as pessoas achem que somos muito parecidos, são poucas as coisas que temos em comum. Mas o fato de ceder uma vez ou outra nos dá o equilíbrio de que precisamos. E tem dado certo.

Todas estas coisas só foram possíveis porque escolhemos isso bem antes. Embora soubéssemos que tipo de pessoa queríamos ao nosso lado, também sabíamos que tipo de pessoa seríamos para quem estivesse conosco.

É disso que uma relação é feita de escolhas e muito trabalho. Mas os dois tem que saber exatamente o que querem e quem serão um com o outro. Não é fácil, mas vale a pena.

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Às vezes, é mais saudável ficar assim…

Desculpem a  demora meus amores, estou a poucos dias da formatura e meu foco está em um projeto que requer muito do meu tempo. Em breve, voltarei com maior frequência já que os assuntos se acumulam na minha cabecinha hahahaha.

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Gosto muito de uma frase que diz que a gente tem duas maneiras de aprender na vida, a primeira, é “apanhando” dela. A segunda é observando a experiência de outras experiências. Vejo muitos relacionamentos não darem certo. Entre tantos motivos, um realmente me tira do sério: aquele que te faz ficar com alguém apenas porque você não consegue ficar sozinho. Sinceramente, essa é uma das piores dependências que existem. E o meu conselho que é de graça, embora poderia vendê-lo: às vezes, é mais saudável ficar assim: solteira.

Já parou para pensar no quanto a cada relacionamento que fracassou você se machucou? E que para curar essa ferida, você entrou de “cabeça” em um novo affair? E que o Universo tem estado contra  você porque esse outro também deu errado? Já se perguntou: por que não consigo ser feliz?

Quando a nossa felicidade depende se ser aceita por outras pessoas, do constante contato físico com o outro, ou de ter sempre alguém para dizer que você é linda, que é inteligente, que te amae blábláblá PENSE BEM! Há algo de muito errado nessa história e aposto que é com você. Nenhum homem ou mulher deveria se submeter a este tipo de relacionamento, afinal, não é apenas você que está se machucando e…se iludindo. Quando realmente encontramos a pessoa certa, descobrimos que a felicidade é uma questão de escolha. Você escolhe ser feliz, você escolhe viver um relacionamento a dois. ESCOLHER  é diferente de NECESSITAR. Quando necessitamos ou precisamos de alguém ao nosso lado por carência, é melhor ficar sozinha. Talvez isso nos ajude a definir nossas prioridades, a amadurecer e a se preparar para escolher a pessoa “certa”. Não encontrá-la porque ela não está perdida, é que possivelmente ainda não aprendemos a olhar direito.

Amor é bem mais que toque, que palavras bonitas, que trocas de declarações no facebook. Ele acontece quando você não precisa de alguém para que você se sinta especial. Ele acontece quando você descobre que mesmo nos dias mais ruins, mesmo que você faça besteiras na vida, terá alguém para quem você continuará sendo importante e incrível e ele estará lá. Ele vai te deixar livre, não vai te cobrar coisas sem importância e você fará o mesmo. Ele vai chamar tua atenção e te manter com os pés no chão. Não terá medo de que você fique zangada quando ele te der uma “real” porque não será o que ele deixa ou não de fazer, não será o quanto te elogia ou te faça se sentir o máximo que vai importar. Ele vai se preocupar em te ajudar a crescer e, por fim, você também fará o mesmo. Mas, enquanto estiver experimentando suas aventuras amorosas, isso não terá importância.

Carência afetiva, quem não tem? Mas, quando isso se torna um fator necessário para sua relação…Não comece, dê meia volta, respire…. saia com seus amigos, descubra um novo hobby, compre uma nova pelúcia, não se envolva com ninguém. Há alegrias que a vida de solteira pode nos proporcionar, mas também há alegrias que uma vida a dois traz. O importante é que você se conheça bem antes de se arriscar novamente. E isso só depende do quanto você estiver preparada para fazer as coisas acontecerem.

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Você (ainda) não sabe…

Amores não podem ser apagados, apenas substituídos, o que você pode fazer é transformar esse amor…

…que já passou em outro sentimento bom, é uma memória. Infelizmente, não há nenhum delete para isso. E talvez o melhor é se dar um tempo, pessoas continuarão sendo pessoas, algumas vezes, confundimos o tipo de amor que sentimos e isso causa uma bagunça enorme. Olhar para si mesma é essencial, porque só seremos capazes de amar alguém quando menos precisarmos dele para nossa felicidade, quando estivermos bem consigo mesmas é que seremos capazes de receber esse amor e tratá-lo como merece. O calcanhar de Aquiles de muitos relacionamentos é a união por carência, por necessidade de sentir-se amado e que se dane o verdadeiro amor. E que se dane o mundo, não sou de ninguém e ninguém é meu. Mas a falta de algo que nos complete é a ausência de amor a si mesmo.