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Nay De Cacho| Cortei e agora?

E aí galerinha do mal? Tudo bonzi? Então, o ano começou de novo, não é? Que massaaaaaa! E com esse novo ano, uma nova seção como dar conta de tantas? hahaha. Pelo nome já podem adivinhar…eu cortei os cabelitos e decidi dar adeus a uma vida de química. Então vem comigo que eu  conto “tin tin por tin tin”.

Há algum tempo, eu já vinha pensando em deixar a química de lado, então, eu criei coragem depois de lutar contra o medo de como ia ficar. Para mim, não fazia tanto sentido mais ficar alisando cabelo. Primeiro, dava muito trabalho manter o liso. Segundo, eu estava muito refém da prancha e escova que me consumiam um tempo que decidi a dedicar a outras coisas mais importantes. Terceiro, estou numa fase de me assumir para o mundo e para todos. E a Enayde que conheço não tem cabelo liso. Além disso, minha irmã já tinha passado pela transição e uma amiga minha que também passou por esse momento, super me incentivou. Ok. Eu ainda estava insegura, até ir na casa de mãe, chegar na minha irmã e dizer: “Cortaaaaaaaaaa!!!!” E decidi compartilhar com vocês, toda a minha trajetória desde então.

Sabe…sem essa de que cacheado/crespo está na moda e todo mundo agora quer ser cacheado/crespo. Se trata de quem você é e assumir isso. Foi preciso que alguém deixasse de seguir esse “protocolo” para que outros criassem coragem. E não é brincadeira, seu cabelo diz muito sobre você. Eu tinha medo não do que iam achar, mas  de mim. Comecei a usar química aos 15 e hoje, aos 22, eu nem lembrava de como era meu cabelo e sabem por quê? Eu me escondia atrás de tranças, um monte delas e eu não tenho muitas fotos dessa época, e sabem por quê? Eu odiava ser fotografada por conta do meu cabelo. Eu achava que não era bonito. Então, quem iria achar se nem eu mesma achava? Cortar o cabelo foi como se eu me encontrasse comigo mesma. E foi muito incrível, à medida em que eu ia vendo o cabelo liso caindo no chão, eu ia me enchendo de mais coragem, de mais ousadia, de mais tudo na vida hahaha. Cortei dia 20/02/2017, então desde lá já recebi elogio? Já. Já teve gente que perguntou : “Menina, o que tu fez com teu cabelo?!” Mas, quer saber? Eu estou “de boa” comigo mesmo e é isso que importa.

Aproveitando esse post, quero convidar você cacheado/a/crespo/a para no dia 04/03/2017 postar na sua rede social uma foto com as  #poremoctionscacheados . Essa campanha foi proposta  pela Ray da page “Meus cachos, minha identidade” e é para o Whatsapp atualizar com emoctions cacheados. Então, galerinha do mal, compartilhem suas fotos, chamem suas galerinhas e vamos fazer esse negócio rodar!

Bjinhooooos!!!

Nota
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Garoto, ela realmente te ama. Então, vê se não erra com ela. Essa garota te ama como uma fã ama a um ídolo, talvez porque, você a lembra um super-herói que só ela conhece. Ela faz tudo para te agradar, ela sai espalhando por aí que você é incrível, que é forte, carinhoso, que é tudo de bom. Tem feito tanto isso que já tem causado inveja em muitos. É sem querer, mas quando te vê, ela brilha como nunca brilhou. Ela já amou antes, mas com você é diferente. Dessa vez, ela não tem medo de se declarar, de mimar, de mostrar que é você. Ela não se cansa. Cara, tu tem muita sorte. Ela é uma garota de ouro, essa risada é cobiçada por muitos que apenas esperam um deslize teu. Ela tem se dedicado a vocês, na verdade, a você. Abriu mão dos textões no Facebook, dos poemas, das sociais, da necessidade de tirar foto de tudo, do estar abraçado em qualquer lugar, ela se adequou a seu jeito reservado e longe dos holofotes, onde ela circulava como borboleta em meio a um jardim florido. Ela aprendeu a respeitar teus gostos excêntricos e se diverte ao compartilhar deles contigo. Passa o dia pensando em como te fazer feliz de uma forma diferente e mesmo que esteja com TPM, ela deixa as oscilações de humor para te fazer um carinho quando vocês se encontram. Embora tenha mudado muita coisa, ela ainda tem muito daquela menina que sonhava em ser lembrada nos dias especiais, que gosta de surpresas, que ama as coisas simples e feitas à mão. Ela é simplicidade mesmo que você tenha trago agitação para a sua vida. Ela é pássaro que se deixou cativar. Então, vê se faz dar certo. Vê se a olha nos olhos todos os dias e consegue enxergar essa menina, cuida para que os dias cinzas não a dominem. Vê se lembra das coisas importantes para ela, vê se não falha, vê se não falta. Vê se a escuta com a alma.

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Diário de Viagem|Natal-RN

Olá meus amores e amoras, como estão? Espero que esteja tudo bem do outro lado da telinha. Então, vim compartilhar com vocês uma viagem que fiz no mês passado para a terra que é conhecida como “filha do Sol” e sem mais, confirmo e assino embaixo. Natal é realmente a filha do Sol. Eu acordava as 4 da manhã achando que já eram 7 horas hahahaha.

Mas, vamos ao que interessa. De todas as cidades que já tive a oportunidade de visitar, Natal foi a que mais gostei. Lá, podemos encontrar de tudo, e se você souber o lugar exato onde se hospedar, comer, visitar, comprar, você será um turista muito feliz. Como Natal é uma cidade turística, então, imaginem os preços de tudo. Lá costumamos dizer que “somos assaltados e saímos felizes” porque realmente vale muito a pena. Não turistei muito, porque estava em um evento, mas sempre que podia. Ia bater perna um pouquinho. Então vamos aos locais que visitei e que super indico:

1) Aquário de Natal

Endereço: Av. Litorânea, 1091 – Redinha, Extremoz – RN, 59575-000
Telefone: (84) 3224-2177
Entrada: R$ 20,00 (inteira)
Site: www.aquarionatal.com.br
Mais que um aquário, temos também um zoobotânico pra visitar no lugar. Contamos com a ajuda de um guia que auxilia em todo a visita. No site, você também pode fazer uma visita on line ao Aquário. Há tanques dos mais variados tamanhos, com as mais variadas espécies marítimas. Temos do Nemo à Glória hahaha. E quem estiver a fim e disposto pode ainda mergulhar com os tubarões (calma que esses não atacam) por um investimento de R$ 150,00 (10 minutos), mais a taxa de teste para saber se você tem condições de mergulhar em um cilindro (R$ 35,00). Ao final, você encontra uma lojinha onde pode adquirir uns produtos temáticos e já garantir alguns presentinhos.
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2) Forte dos Reis Magos
Endereço: Av. Presidente Café FIlho, 1 – Praia do Meio, Natal – RN, 59010-000

Horário: terça a domingo (8:00-16:00 hrs)

Telefone: (84) 3202-1497
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Um lugar com beleza e história. Certamente, o Forte dos Reis Magos  é uma verdadeira viagem no tempo. Há a possibilidade de você fazer um tour sozinho, mas se preferir pode contratar um guia no local mesmo que te acompanhará durante a visita de aproximadamente 30 min.
3) Passeio de buggy pelo Litoral Norte
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Se você for a Natal e não andar de buggy, você não foi a Natal hahaha.. Um dos passeios mais emocionantes certamente será ou pelas praias do Litoral Norte ou pelas do Litoral Sul, em locais que carros comuns não passam. Durante o passeio de aproximadamente 6 horas, você visita diversas praias, conhece o Aquário, anda de balsa, banha de lagoa, tira fotos legais (esteja com o bolso preparado), participa de diversas atividades como andar de camelo, tirolesa,etc (todas pagas por fora). Outra atração é o passeio pelas dunas (com ou sem emoção??). É  uma forma de conhecer muitas praias em pouco tempo. Em média, o passeio de buggy custa R$ 300,00, fora as outras atividades, fotos e outras coisas pelo caminho que são pagas por fora.
4) Restaurante Mirante de Muriú
Endereço: Rua Jacumã, Ceará-Mirim – RN, 59570-000
Telefone: (84) 98714-7839
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 E essa visão? Nooooooosa, ainda sinto o vento batendo no rosto hahaha. O Mirante  do Muriú é uma das opções mais baratas de almoço ao fim do passeio de buggy pelo Litoral Norte. Todo temático, a parte do restaurante tem essa visão maravitop  (no caso a maré estava alta já nessa foto).Gastamos R$ 104,00 durante nosso tempo de almoço, entre água, refrigerante, suco e uma deliciosa refeição que satisfez três pessoas.
5) Centro de Artesanato da Praia dos Artistas
Endereço:.Av.Presidente Café Filho, 1160, praia dos artistas, Natal-RN.
Telefone: (84) 3202 3381
Horário: 8:00 – 22:00 hrs
Todo turista tem que passar pelo ritual de comprar lembrancinhas, não é? A melhor opção é o Centro de Artesanato da Praia dos Artistas. Muitas coisas temáticas lindas e um preço super acessível, são o que mais me chamou atenção durante a mina estadia na ciade.
6) Midway Mall
Endereço: Av. Bernardo Vieira, 3775 – Tirol, Natal – RN, 59015-900
Telefone: (84) 4006-3424

Horário: 10:00- 22:00

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Um dos maiores shoppings da América Latina, o Midway Mall tem de tudo (e quando eu falo tudo, é tudo mesmo). Além de um grande centro de compras que atende todas as classes, esse shopping tem até teatro e filiais dos restaurantes mais cotados de toda a Natal. Não é a toa que ele é super visitado, principalmente nos feriados. Soube até de shows exclusivos com Roberto Carlos no teatro.
Bom, pessoal essas foram as minhas dicas. Quem já visitou a cidade e tiver outros lugares ou quer comentar algo sobre alguns desses que postei, fica à vontade. Até mais.
Nota
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Ela é vento que sopra depois da tempestade. Brisa que acalma qualquer conturbação. As pessoas olham para aquela garota e a definem como luz. Ele ri fácil, ri de besteira e de coisa séria. Meio boba para tudo. Do tipo otimista, sempre tem “um brigadeiro no copo depois de um dia difícil”. Mas, não era sempre assim tão simples. Ela não conversa com pessoas, conversa com almas e as traz para si. Às vezes, é difícil lidar com tantas dentro de si, que ela chega a parecer meio ácida. Até que encontra alguma outra daquelas almas tão alto astral quanto ela e tudo volta ao normal. Não que normal significa comum, mas ela fica bem. Como um dia completo, tem momentos em que é dia, mas também é noite. Ela conta as horas enquanto espera, mas também conta sorrisos. Ela é espírito livre que se deixa cativar. O que significa que ela rima com todos os sonhos. Se escolhesse ser algo, seria nuvem, sem lugar para onde ir e chuva em qualquer lugar. Os dias ruins são tratados com esperança. Ela não é princesa, bom, não por linhagem. Mas, é por caráter. Pode não ter sido ensinada nos mais altos costumes da etiqueta, mas em seu coração só reina bondade. Ela não precisa ser “passada a limpo”. É rascunho, na verdade borrão. Uma linda obra de arte feita a seu jeito.

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Florescer 

Não sei como começar. Acho que “finalmente estou bem” é um ótimo começo. Na verdade, era para ser o fim. Mas, nunca segui as convenções, não é mesmo?  Acho que era isso que me tornava especial. Ao menos por um bom tempo. É que as vezes, a gente demora para se reerguer, ou para acreditar que isso é possível. Bom, sobrevivi com os mesmos planos, aliás, boa parte deles. Sempre houve muito de mim neles. Essa coisa de ser intensa faz parte de mim. Sempre fez. Talvez a culpa em parte tenha sido minha e quem diria, eu sobrevivi para aceitar isso. A gente amadurece e eu cresci muito nos últimos anos. Cresci tanto que não me vejo mais  com os mesmos erros, não seria tão medrosa, tão intensa, tão insegura. Quem sou hoje olharia  bem nos meus olhos do eu do passado e diria: ” Garota, não é desperdício de tempo, estou orgulhosa. Você conseguiu” e a abraçaria forte, era disso que eu precisava. Mas, tudo saiu de controle, havia rancor demais e ele sufoca, magoando principalmente quem o guarda. Era para ele ter ido com tudo que foi jogado fora. Às vezes, a limpeza tem que ser feita por dentro. É, eu aprendi a lição. Era uma preparação. Naquele momento eu não apostaria nisso, mas hoje é meu diagnóstico. Se a dor ensina, você precisa experimentar o perdão, principalmente a si mesmo. Aprendi mais sobre mim neste período do que em qualquer outra fase da minha vida. Descobri que corações partidos podem se reconstruir se lhea for dada a atenção correta, que é possível amar sem esperar nada em troca e que existem pessoas que realmente tem o dom de fazer outras sorrir. Aquele silêncio deu lugar a sorrisos não esperados e aquele abraço por muito tempo guardado encontrou um lugar para chamar de seu. A ansiedade deu lugar a paciência e a mágoa floresceu, virou nuvem.Obrigada.

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Basta coragem

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Quando eu era pequena, eu vivia na minha sombra. Vivia me escondendo, tentando ser invisível. Na verdade, eu não conseguia me encaixar em nenhum grupo. E não achava que as pessoas estavam dispostas a me aceitar. A escola, meu lugar preferido, havia se tornado um lugar de muita solidão, os outros alunos me olhavam torto aonde quer que eu fosse, apelidos como “bruxa do 71”,  “CDF”, “quatro faróis” e bilhetinhos e telefonemas com ameaça de repente faziam parte da minha vida, eu fingia que não me importava, mas aquilo doía muito. Quando mudei de escola, fiz um voto comigo mesma de que ali eu passaria despercebida, seria apenas mais uma na sala de aula, e por um tempo, deu certo, não fiz amizades e minha voz era que nem artigo de colecionador, você sabe que existe mas raras são as ocasiões em que a visitação pública é permitida. Confesso que as vezes, ainda me pergunto “será se estou no lugar certo”, ou “será que aqui tem espaço para mim?”, olho para os diversos grupos de pessoas e sinto que não faço parte de nenhum deles. Que nunca se sentiu assim? Acho que isso faz parte. Mas, quem disse que você pode escolher apenas um grupo e ser dele para sempre? Enquanto eu vivia na sombra, eu desejava não ter tantos olhares tortos na minha direção, eu queria que me aceitassem, mas eu não me aceitava. Então, fui amadurecendo, e a idade me fez descobrir que não havia nada de errado em ser uma das melhores da turma e gostar de moda e maquiagem, de ser da área de Humanas e gostar de cálculo, ser super responsável, mas completamente desastrada, porque tudo isso faz parte de mim e querer mudar algo para me sentir aceita seria negar quem eu sou. E é claro que se eu fizesse isso eu não me encaixaria em lugar nenhum. Afinal, como já dizia o grande filósofo Gato Listrado “se não sabemos para onde vamos, qualquer caminho serve.” Se não sabemos quem somos, qualquer coisa serve, qualquer grupo, qualquer pessoa. Uma lição que a vida ensina, é que não precisamos da aprovação de ninguém para ser feliz. Viver na sua própria sombra pode não ser a única opção na sua vida e talvez sair dessa caixinha seja a única oportunidade de ver o que tem lá fora e que ninguém mais é capaz de ver por você. Eu poderia contar quantas chances eu teria na vida se ficasse me reprimindo, mas decidi que ao invés de contar, seria eu quem estrelaria cada momento que chamamos de chance. E não precisei de muito, bastou coragem.

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Não sumi, apenas casei!

Olá meus amores e amoras, tudo bem? Que saudade estava de falar com vocês *–* Mas, agora voltei um pouco mais estabelecida hahaha No post anterior compartilhei que estava a ponto de casar, pois bem…eu não sumi, apenas casei! E toda esse acontecimento consumiu meu tempo por completo, até mesmo com pouco mais de um mês de casamento. Isso porque os preparativos, viagem para o casamento religioso, estabelecimento na casa nova, decoração, lista de presentes para retirar, decoração…tudo isso levou isso que chamamos de tempo. Sem contar, claro que as aulas no mestrado retornaram! Hahahaa e como estou me sentindo com toda essa experiência antropológica? Vamos lá…

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Nas últimas semanas, cheguei à conclusão que todo ser humano deveria passar por essa experiência antropológica que é o casamento. É um mundo novo que você descobre por completo. Minha experiência como “senhora D” (senhora porque casei e “D” porque é a inicial do sobrenome que adotei do meu esposo) tem sido surpreendente não só em relação a descobrir coisas sobre o “senhor D”, mas a descobrir coisas em relação à mim mesma. É um processo de autodescoberta também, por exemplo, eu era um pouco bagunceira e não tanto cricri com planejamento quando era solteira, mas depois que casei, quero sempre a casa e, principalmente, minha sala de estudos bem organizada, além de sempre ter o plano do dia e da semana bem definidos. Justamente porque estava na casa dos meus pais e não havia tanta coisa para se fazer, agora tenho que lidar com: lista de supermercado, lista de pagamentos, casa para arrumar, livros e material para organiza, roupa para lembrar de lavar com mais frequência, orçamento familiar… Você aprende a não se estressar com qualquer coisa, afinal, os dois ainda estão na fase de aprender que sua liberdade começa onde a do outro termina, certo que essa lei é universal, mas no casamento, ela se torna tão clara e necessária que é impossível não tê-la em mente. Você realmente descobre o valor que o real tem, afinal, antes de casar, havia bastante dinheiro para diversão, agora, resta apenas dinheiro suficiente, afinal, existem outras prioridades e você descobre uma linda palavra chamada “poupar”. Isso faz toda a diferença. Você aprende a gerir melhor seu tempo para que ao fim do dia sobre tempo para descansar, e, vão por mim, essa palavra “descanso” adquire um significado maior quando você vira “dona/dono de casa”. E quanto a criar alternativas? Um casamento ensina tanto sobre criar outros métodos de fazer algo que você quer, mas que agora não pode. Por exemplo, uma coisa que levei que foi em grande quantidade foram meus livros, não havia lugar para armazená-los adequadamente. Foi nesse momento que o “senhor D”, colocou a “mão na massa” e fez prateleiras e extensores de madeira para a minha sala de estudos e ficou uma graça as paredes repletas de livros, trabalhos e desenhos que já fiz expostos. Sem contar na cozinha que, na falta de algum ingrediente, a criatividade reina, principalmente quando se é recém-casado/a. Mas, o momento mais enriquecedor dessa experiência antropológica é, sem dúvidas, o casamento está na convivência. Afinal, uma coisa é você lidar consigo mesmo/a, outra é você fazer isso ao lado de outra pessoa que também tem que lidar com isso. Nessa hora, os laços se solidificam quando as diferenças são resolvidas com diálogos e aquele pequeno estresse por conta de uma mania ou outra cede lugar a tolerância, você não aprende a tolerar apenas o outro, mas exercita um auto controle que requer um conhecimento mais aprofundado de si enquanto pessoa, enquanto outro. E você aprende a amar não aquilo que torna seu cônjuge diferente das outras pessoas e que certamente foi o que te chamou atenção, mas aquilo que te torna tão igual a você.